Redação/OCaete
Os moradores da aldeia extrema, localizada no alto rio Iaco, já estão enfrentando dificuldades de navegação nessa época do ano. Um dos entraves diz respeito ao galhos de árvores que surgiram em vários trechos do rio após a vazante.
Em um vídeo gravado, um indígena detalhou a situação. “Aqui está seco e tem muito balseiro. Tem canto que não dá nem de passar. É preciso conhecer bem o rio, caso contrário fica no meio da viagem. Em algumas vezes, quebra a palheta do motor. O rio Está entupido de galhos de árvores e a gente anda fazendo zigue-zague”, disse ele.
No atual cenário, é fundamental que os ribeirinhos redobrem os cuidados para evitar o alagamento das embarcações.
Os ribeirinhos estão temerosos com relação ao verão e a uma possível seca severa no rio Iaco.



